A tia chegou ao quintal e começou por encontrar um gatinho siamês por ali a cheirinhar. A primeira coisa que pensou foi que alguém se tinha querido ver livre dele e que lhe tinha ido lá deixar a prenda às escondidas. Mas logo a seguir apareceu a Chica com mais outro na boca e ficou o mistério explicado - afinal era a gata que tinha decidido mudar-se para a casa da tia com as duas crias.

Os gatinhos assim que viram paparoca à frente atiraram-se a ela que nem gato a bofe; já estão muito matulões para se sustentarem só com o leite da mãe e algum rato esporádico. Felizmente não são lá muito assustadiços e deixam-se agarrar com alguma facilidade. A Chica costuma parir às escondidas, mas talvez eles já tenham tido algum contacto com gente.
Ou isso, ou é o que eu digo sempre - são genes de Chica. Sempre foi uma gata assinalavelmente sociável e a descendência dela não lhe tem ficado atrás.

A Yara é que não achou lá grande piada aos novos hóspedes. Enquanto eu os fotografava, ela estava em cima da mesa com este ar altamente lixado:


Almoço na Milucha (uma bela bacalhauzada que me deixou atestada para o resto do dia), seguida por mais algumas photos às flores cá do burgo:







Mais um irmãozinho do jacinto leitoso que já aqui apareceu:





